sexta-feira, 24 de dezembro de 2010
Feliz Natal!
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
A decisão de mudar
Comecei mudando alguns hábitos. Deixei o refrigerante e a água com gás e bem depressa eu já conhecia mais sabores de suco e gostava de chá gelado. Depois foi a vez de cortar o açúcar do café. Com o tempo o amargo deixou de ser insuportável e ainda mostrou-se capaz de tornar o doce ainda mais doce.
Então cortei o Big Tasty e aí as coisas começaram a ficar difíceis. Aquele molho especial não é uma coisa que dê para se desvencilhar fácil assim. Tive algumas recaídas. E então me convenci que essas recaídas não eram sinal da minha fraqueza. Pelo contrário, é preciso ser forte para voltar atrás na decisão. Recaídas são perdoáveis e até necessárias. Seja para concluir que aquilo não me faz bem, seja para me deliciar matando a saudade.
Daí troquei as esporádicas caminhadas no parque pela firme decisão de ser atleta. E, de forma surpreendente, me vi viciada naquela dorzinha muscular. Descobri que o treino vai bem além do físico. O condicionamento é muito mais mental do que qualquer outra coisa. Como quando a mente começa a pedir para parar e você fica repetindo “só mais um pouquinho. Vamos lá, mocinha, você agüenta”. Ou quando os pensamentos de “odeio acordar cedo” são substituídos por um “como é bom poder começar o dia cuidando de mim”. Ou mesmo quando você começa a pegar leve na autocrítica, a cultivar pensamentos de paz ao seu respeito e dar a si as mesmas palavras de ânimo que dá aos outros. Ainda que os pensamentos não possam ser controlados, cabe a você decidir se eles serão ou não armazenados no coração.
E quando deixei que meu jeito controlador começasse a ir embora, meu apego à segurança fosse diminuindo e minha natureza acomodada desatasse seus nós, me peguei valorizando - e permitindo - os erros, perdoando verdades duras a meu respeito, aceitando cada mudança como uma oportunidade de recriar... então me encontrei - e fui encontrada - aqui, vivendo bem e sendo feliz intensamente.
Beijo grande
Kézia
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
O assunto é: Beleza
Mas não adianta, passa o tempo, a tecnologia se aperfeiçoa, novos tratamentos estéticos são criados, as cirurgias ficam mais seguras, mas todos pecam pela complexidade. A eficácia está na simplicidade. O que nos deixa mais belas ainda é e sempre será o amor. O amor correspondido. O amor que chega de longe. O amor que fica perto. O amor-próprio. Sempre o amor. Como garante um provérbio “o coração alegre formoseia o rosto.” Meu espelho concorda comigo. E o seu?
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
Ao som daquela música
E acontece assim, no meio da noite, antes da próxima rodada, de repente, enquanto todo mundo ri e eu presto atenção à música. É aquela sabe? Com o solo de gaita. Essa mesmo. E é como se eu voltasse pra aquela casa pequena que parece estar sempre de mudança, mas nunca fica desocupada de vez. No meio da sala ainda estão aquelas caixas de “Coisas que nunca aconteceram”. Engraçado como estas caixas são as maiores. Sempre abertas. Ainda remexidas da última vez que estive aqui. Sempre tão cheias de coisas. As conversas depois da segunda garrafa de vinho. A viagem para Barcelona. O feriado
Beijo grande e um vasinho de margaridas
Kézia
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
Doces novidades
